A memória de São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas e acólitos, foi celebrada no dia 15 de agosto na Paroquia de São José da Santíssima Trindade.A Celebração Eucarística foi concelebrada pelos padres Fabinho e Conego Alfredo e teve ainda presença do Bispo Diocesano Dom Valdir.
Aos jovens presentes e seus familiares Dom Valdir falou sobre o chamado de Deus. “A cada um compete responder a este chamado do Senhor, acolhendo a Sua palavra ou rejeitando aquilo para o qual Ele nos chama. O chamado é feito a todas as pessoas; a resposta, é claro, é de cada uma”, disse durante a homilia.
Tarcísio foi um mártir da Igreja Católica, vítima da perseguição do imperador Valeriano, em Roma. Ele era acólito do Papa Sisto II, servindo ao altar nos serviços secundários, acompanhando o Santo Papa na celebração eucarística.Durante o período das perseguições, os cristãos eram presos, processados e condenados a morrer pelo martírio. Nas prisões, eles desejavam receber o conforto final da Eucaristia. O Papa Sisto II queria levar o Pão Sagrado a mais um grupo de mártires que esperavam a execução, mas não sabia como.
Foi quando Tarcísio pediu ao Santo Papa que o deixasse tentar, pois não entregaria as hóstias a nenhum pagão. Ele tinha doze anos de idade. Comovido, o Papa Sisto II o abençoou e lhe deu uma caixinha de prata com as hóstias. Mas Tarcísio não conseguiu chegar a cadeia.
No caminho foi identificado e como se recusou a dizer e entregar o que portava, foi abatido e apedrejado até morrer. Depois de morto, foi revistado e nada acharam do Sacramento de Cristo. Seu corpo foi recolhido por um soldado, simpatizante dos cristãos, que o levou às catacumbas, onde foi sepultado.(Alvani)